domingo, 20 de abril de 2008

50º FESTIVAL DE FOLIA DE REIS

Nos dias 12 e 13 de abril de 2008, tendo como palco o imponente espaço art déco do Cine Municipal Vera Cruz, realizou-se o 50º Festival de Folia de Reis de Uberaba.
Com apresentação de 67 companhias de folia de reis, o encontro reuniu, aproximadamente, 2.000 pessoas de todas as idades.
Com muito colorido, alegria e muita integração, o encontro deste ano contou com a presença de outras áreas da cultura: música, teatro, artesanato, artes visuais.
Uma oficina de mini-bandeiras de Reis teve uma intensa participação, tanto de adultos como de crianças. A exposição de fotografias de Folias de Reis, com imagens de outros encontros e registros das décadas de 50, 70 e 80, foi um momento de descobertas e lembranças.






























































quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Chegada das Chuvas

Neste ano, com um pouco de atraso, o tão esperado início das chuvas – promessa de afastamento do tempo seco, da poeira, baixa umidade, plantas ressequidas, paisagem descolorida, escassez de alimentos dos pássaros e animais silvestres – veio com o estardalhaço de sempre: fortes ventos, água em abundância, inundações, trovões e raios, casas destelhadas, árvores tombadas.
Em Uberaba, o desconforto do forte calor e do tempo seco, foi amenizado com as primeiras chuvas e substituído por momentos de apreensão e susto. As imagens são do dia 30 (por volta das 2 horas da madrugada) e 31/l0/2007 (por volta das 20 horas).




















quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Carvoaria

O contato que mantivemos com uma carvoaria no Triângulo Mineiro, possibilitou o registro de algumas fotos em preto e branco e um breve contato com o trabalhador.
O lado mais triste da Carvoaria, além da poluição e agressão ao meio ambiente, é o trabalho do carvoeiro. Por um período, longe de sua família, se estabelece junto aos fornos de onde se afasta, normalmente, após a conclusão da queima e armazenamento do carvão.
Um precário barraco, construído de pau a pique e lona, serve de moradia. O trabalho é executado sem nenhuma proteção, sob forte calor e a presença sufocante da fuligem e da fumaça. No domingo preservado, a monotonia é afugentada com muita cachaça.
Tivemos uma recepção acolhedora e alegre, contrastando com um ambiente de desconforto e solidão.